Podcast JOGANDO PAPO Nº 116 - Apex: Legends, Demissões na Activision-Blizzard, Crackdown 3 e Bowser na Nintendo

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jairodesign
#21
Essa geração serviu pra fundamentar e fidelizar o cliente com compras online, assinaturas, troféus/conquistas, lista de amigos, amizades, etc, etc.
É difícil alguém abandonar uma conta "upada" hoje em dia.
Olhando as coisas por alto, eu tenho essa mesma impressão. Esse público mais cristalizado, como o que movimenta o tópico, realmente vai levar mais em consideração essa questão da conta digital, troféus/conquistas, antes de tomar qualquer decisão.
Cada um vai ter os seus argumentos para permanecer onde está. Mas claro, sempre devemos levar em conta que videogame envolve fatores imponderáveis, mexendo com paixão, sentimento, memória afetiva, afinal, videogame é sobretudo, produto de entretenimento.

Há um público não-cristalizado (ou casual, como queira) em disputa, que numericamente corresponde a grande maioria.
Com os avanços na tecnologia, as empresas do setor (e até fora dele) já estão se movimentando para encontrar o seu próprio oceano azul fora dos domínios dos consoles.

Uma outra impressão minha é que a MS parece sentir que o público de console, na batida que está, bateu num teto, sendo preciso uma movimentação mais audaciosa para tentar 'virar a chave'.
 
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#22
você mesmo que prefere PS e não tem retro sente como a retro virou um padrão, todo mundo quer manter sua conta com seus jogos e poder joga-los sempre que quiser. Se a Sony continuar nadando contra a maré ao passo que a MS comece lançar jogos 'Blockbuster' com seus novos estúdios, podendo ser jogados a 9 dólares/mês, não tem bom da guerra que segure, a migração será inevitável.
Pra mim retrocompatibilidade nessa altura do campeonato não é só "legal", é fundamental.

PS5 sem retro, com o perdão do trocadilho @jairopicanco será um RETROcesso.

Confesso que no começo da geração, nunca achei uma retro importante, e honestamente no começo dela não se fez mesmo, pelo menos pra mim.
Mas quando começaram sair jogos-continuações da geração passada, eu senti uma falta brutal de jogar os jogos e relembrar a história.

Comprarei um PS5 se tiver sem retro? Provavelmente sim, porque entra a história da biblioteca que falei antes, mas demorarei mais pra efetuar essa compra.

E digo mais: um PS5 sem retro, abre uma concorrência enorme para um próximo Xbox retrocompatível com uma assinatura de Game Pass, aí sim eu concordo que a Sony corre um risco gigante de perder a base.

Já um PS5 com retro, a Sony tem tudo pra manter a base e complicar sim pra MS na próxima geração.

Acho que é esse o raciocínio do início da conversa.
 

ronabs

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#23
Em cima desta base instalada do PS4 temos que colocar uma enorme fatia de jogadores casuais. Essa turma não tem muita fidelidade com a marca. Se nos próximos ciclos de consoles a visão geral de que o "lugar pra se jogar vídeo game" for no xbox, por exemplo, essa turma vai migrar sem se preocupar com troféu. Essa galera que só joga fifa, cod ou gta V. Não interessa muito retro, exclusivo ou o que for. Se tiver o fifinha e a mídia martelar que tal console é melhor, já era.
Caso se confirme aquele rumor da Microsoft chegar com dois consoles logo de cara, ficando com as máquinas de entrada/topzera e deixando o PS5 em algum lugar no meio delas (pendendo a ser mais perto do top), ela pode ganhar muita gente que vê no preço o fator determinante de escolha.

Muito se fala sobre as trapalhadas da Microsoft na apresentação do console, o papel da mídia ao definir um vencedor logo de cara, mas a real é que o PS4 era um console com uma mensagem clara - foco em jogos - e 100 dólares mais barato, era uma diferença considerável.
Mas esse público de 1 jogo só por ano não gera lucro, só número. Base instalada hoje em dia não diz muito do perfil de jogador e do valor que este dará às inovações.
Yep.
 
#25
@Senta a pua e @jairopicanco

Eu concordo sim que existe uma massa casual enorme que decide o console mais vendido da geração.

Mas vamos ver se essa é uma percepção errada minha, ou se vocês também estão notando isso:

Essa massa casual está cada vez mais se "profissionalizando" por assim dizer, e já tá começando a entender mais a lógica justamente por essa fidelização das empresas?
Não sei se a ponto de virarem maioria né...

Como disse um amigo meu que comprou um console dessa geração semana passada:

Hoje em dia vídeo game tá na moda, todo mundo quer um.
 
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jairodesign
#26
Essa massa casual está cada vez mais se "profissionalizando" por assim dizer, e já tá começando a entender mais a lógica justamente por essa fidelização das empresas?
Mas esse é o objetivo de toda empresa não só de games, mas de entretenimento. Fazer desse jogador mais casual um cara realmente engajado na plataforma, predisposto a conhecer novas franquias e experiências de jogo, que com o passar do tempo, dependendo da sua desenvoltura no negócio, sendo até um 'embaixador' da marca nas horas vagas, um fã mesmo. Mas mesmo não sendo propriamente um fã, acaba se tornando um jogador regular, que curte de verdade jogar.

Eu acho que a maior mudança nessa geração face à geração que eu comecei a jogar, é que hoje videogame é um hobbie mais difundido e consolidado. Muitos dos que hoje se encontram na faixa dos 30 e 40 anos enfrentaram alguma resistência em casa por querer jogar videogame (quem nunca ouviu que jogar muito videogame podia queimar a TV?), mas hoje tem até pais comprando console e jogando junto com os filhos, podendo partilhar um pouco dessa cultura gaming.
 
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Salvador
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Senta a pua
#27
@Senta a pua e @jairopicanco

Essa massa casual está cada vez mais se "profissionalizando" por assim dizer, e já tá começando a entender mais a lógica justamente por essa fidelização das empresas?
Não sei se a ponto de virarem maioria né...

Como disse um amigo meu que comprou um console dessa geração semana passada:

Hoje em dia vídeo game tá na moda, todo mundo quer um.
Concordo. Todo jogador casual é um gamer raiz em potencial. Ele só precisa sair da "Friend zone" com o console. Dá um passo a mais e experimentar outros jogos.

Nessa hora que eu acho que o poder da Internet vem ajudando a engajar cada vez mais pessoas. Isso serve para tudo. Por exemplo: Se observarmos, todo mundo (e olha que é quase literal essa afirmação) se interessa por telefone celular, sabe das novidades, dos lançamentos. Muitos podem até não ser usuários de fóruns de celular, mas pesquisam e curtem ver as novidades, mesmo que não vá comprar. Na política a mesma coisa. Nunca se falou e leu tanto sobre política no Brasil, a ponto de virar hobby para alguns. Viagens, idem. Para tudo quanto for hobby vai ter muita informação na Internet e fãs demonstrando com alegria esse passatempo para os outros.

No ramos dos jogos eletrônicos isso também tem ocorrido. O cara pesquisa 1 vez sobre fifa no Google, de repente nas propagandas dos sites começa a aparecer algum outro jogo. Ele lembra de um brother que jogou com ele online que comentou deste jogo e vai se aprofundando... De repente, ta aqui no PXB.

Outra coisa importante. Atualmente o tabu dos videogames conseguiu ser superado, virou até cool. Isso ajuda o cara mais velho que sempre quis ter um console a entrar neste universo e o jogador de 1 jogo só a arriscar outras coisas.

Ainda neste assunto, taí uma coisa que eu ainda acho que, pelo menos no xbox, ainda tem muito o que melhorar: sua propaganda dos jogos dentro do próprio console na página inicial da Dash. Nunca me atraiu a clicar em uma propaganda. Ta precisando aprimorar o machine learning.
 
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IvanPFilho
#28
Em cima desta base instalada do PS4 temos que colocar uma enorme fatia de jogadores casuais. Essa turma não tem muita fidelidade com a marca. Se nos próximos ciclos de consoles a visão geral de que o "lugar pra se jogar vídeo game" for no xbox, por exemplo, essa turma vai migrar sem se preocupar com troféu. Essa galera que só joga fifa, cod ou gta V. Não interessa muito retro, exclusivo ou o que for. Se tiver o fifinha e a mídia martelar que tal console é melhor, já era.
Mas esse público de 1 jogo só por ano não gera lucro, só número. Base instalada hoje em dia não diz muito do perfil de jogador e do valor que este dará às inovações.
Isso.
Horizon Zero Dawn (jogo que eu pago pau!) por exemplo: 2 anos e 10 milhões de cópias vendidas. Pouco? Definitivamente não. Mas a base não é de 94 milhões de consoles. 11% é muito????? (GoW teve isso tb? Não sei, é um pergunta.)
A MS por sua vez não divulga a base, mas tem 64 milhões de usuários ativos. Uma parte compra jogo exclusivo e enquanto muitos milhões (pagam) e jogam pelo GamePass.

O que vale mais? quem compra console ou jogos / serviços? Phil Spencer diz que não ganham dinheiro nas consolas, mas sim nos jogos

Se a reposta for: "futebol, tiro online, corrida" eu indico logo um Xbox One e explico que ele pode pegar esses jogos mais baratos e de quebra como funcionam as assinaturas que dão mais jogos pra ele conhecer.
FH4, Below, Ashen, Mortal Kombat X, Shadow of TombRaider, Just Cause 4, Batman AA e AC, We Happy Few, ARK, .... tudo isso pra quem é assinante GamePass APENAS do último lançamento da Sony (Spiderman em Setembro/2018) pra cá, ou seja 6 meses.

Futebol, tiro e corrida? Add mais uns pra lista aí @HenriquePerche
 

ronabs

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#29
Horizon Zero Dawn (jogo que eu pago pau!) por exemplo: 2 anos e 10 milhões de cópias vendidas. Pouco? Definitivamente não. Mas a base não é de 94 milhões de consoles. 11% é muito?????
Sim, 11% é muita coisa, é um nível que só os maiores jogos alcançam e, sendo uma nova IP com pouco mais de dois anos de estrada, torna o feito ainda mais impressionante.
 
Curtidas: Victal
#30
Mas a base não é de 94 milhões de consoles. 11% é muito????? (GoW teve isso tb? Não sei, é um pergunta.)
Essa é uma métrica bem errada de ver as coisas.
Definitivamente 10 milhões de cópias é muito e ponto, não tem um mas.
Tem várias coisas no mundo que se você olha por esse lado, vai achar que é fracasso, mas não é assim que funciona.
Sim, é muito e supera as expectativas.

Futebol, tiro e corrida? Add mais uns pra lista aí @HenriquePerche
Não você não entendeu o que eu quis dizer.

Existe o tipo de pessoa que quer só jogar futebol corrida e tiro, e pra esse tipo de pessoa o melhor é um Xbox One e porque?
Porque além desses jogos que ele ia pagar pelo mesmo preço no PS4, no Xbox One ele tem a oportunidade de conhecer novos jogos e estilo via game pass.

Eu citei isso em: "e de quebra explico como funcionam as assinaturas que dão mais jogos pra ele conhecer".
 
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Caddelin2
#31
Hmmm O negócio avançou bastante desde que me manifestei. Mas então vou deixar mais claro: a retrocompatibilidade do Playstation é mais atraente do que a do Xbox. O Playstation 2 foi virtual monopolista na geração em que foi lançado. nenhum console dominou de forma tao ampla a base instalada desde então. Boa parte das franquias que hoje são mais conehcidas do publicos foram lançadas ou no PS1 ou no PS2. A Microsoft simplesment enão tem um portfolio de jogos tão diversificado, com uma base de consumidores tão grande que prestigiou esses jogos, e uma quantidade significativa de outros que cresceram ouvindo seus pais falarem do Ps1 ou do Ps2. Não tem como comparar essa base entre Sony e Microsoft.

A qualidade dos jogos ou seu valor intrínseco obviamente é subjetiva e não técnico, e isso não tem como mudar.

Mas o que não se pode fazer é ignorar o fato de que a Sony tem um histórico de venda de consoles muito maior que a Microsoft, e, por conta disso, um saudosismo muito maior da base de fãs (fora o fato de que, como console, possui muito mais repercussão e reflexo no mercado), para uma potencial retrocompatibilidade do que a MS. E aqui não é uma questao pessoal, subjetiva, ou valorativa, é objetiva e calcada nos números de cada plataforma e nos jogos disponíveis que não estão, e nunca estarão, disponíveis para a retrocompatibilidade da Microsoft

A MS já mostrou sua retrocompatibilidade. Ela pode ser melhorada, é claro, pode ser aprimorada, é claro, mas é a Sony que ainda tem o que mostrar nesse quesito, e tenho convicção de que, SE O FIZER (porque não sabemos ainda se realmente o fará) ela tem um POTENCIAL muito maior pra explorar do que a Microsoft. Se saberá fazer isso ,se conseguirá explorar e utilizar isso na forma esperada, são outros quinhentos.
 
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Caddelin2
#32
Pra mim retrocompatibilidade nessa altura do campeonato não é só "legal", é fundamental.



Já um PS5 com retro, a Sony tem tudo pra manter a base e complicar sim pra MS na próxima geração.

Acho que é esse o raciocínio do início da conversa.
sim, esse é o raciocínio do início da conversa. se a Sony souber utilizar sua base instalada, e souber resgatar seus títulos clássicos e exclusivos, a Microsoft não tem muito o que possa fazer. A Sony tem um catálogo infinitamente maior de jogos exclusivos, e exclusivos históricos e fundamentais na própria história dos videogames, do que a Microsoft.

Novamente, não custa repetir, isso depende do fato de a Sony REALMENTE implementar a retrocompatibilidade, e faça-o com no mínimo a mesma competência que a MS a implantou.
 
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Caddelin2
#33
Estes questionamentos não invalidam o fato da retrocompatibilidade no PS5 ser uma vantagem competitiva para a Sony no início da geração. Não importa o quão ruim foi a posição da Sony em relação a estes tópicos durante esta geração atual. O fato é que o PS4 vendeu muito mais e possui uma base instalada maior. Os usuários que já possuem sua biblioteca digital vinculada ao Playstation tendem a migrar para o PS5 para manter esta biblioteca. Penso que seja isto que o @caddelin quis dizer com "Isso sera um problema que a Microsoft tera que lidar." . Se for isto mesmo, eu concordo plenamente, pois é a MS que terá que correr atrás para convencer os usuários a migrar do PS para o XBOX, e não o contrário.
é precisamente isso que eu quis dizer.
 
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Caddelin2
#34
Realmente,uma Retrocompatibilidade com 2 consoles anteriores, e inúmeros Jogos com Enhanced para 4k gratuito não é nada atrativa... Tá "Serto"...
Se a Sony fizer a MESMA coisa que a Microsoft, ela tem não apenas dois, mas TRES consoles anteriores com jogos dos quais explorar, todos eles com um catálogo de exclusivos muito maior que o da Microsoft, e ainda por cima dois deles (PS1 e PS2) que virtualmente monopolizaram o mercado de videogames e criaram uma legião de fas que não apenas é saudosista desses jogos, como transmitiu esse saudosismo para seus filhos. Se a Sony implementar a retrocompatibilidade, e o fizer com a mesma qualidade da Microsoft, é uma vantagem comparativa extraordinária.
 
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Caddelin2
#35
Só para ter uma ideia da dimensão do que estamos falando, o Playstation 2 teve uma base instalada de quase 160 MILHÕES de pessoas. O primeio Xbox não chegou sequer a 1/4 disso. O primeiro playstation ultrapassou a casa de 100 milhões de unidades vendidas. São 260 milhões de consoles só os dois primeiros da Sony. E um PS3 que vendeu tanto quanto o Xbox 360. Então, nesse aspecto,. lamento, mas não é avaliação subjetiva, é objetiva e calcada em números estonteantes.
 
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jairodesign
#36
A Sony tem um catálogo infinitamente maior de jogos exclusivos
Não sei se você deixou sua memória afetiva falar mais alto, ou se colocou todos os jogos de ps1 e ps2 produzidos por terceiras na jogada (sim, os tempos de ps1 e ps2 a Sony tinha poucos estúdios internos e terceirizavam muitos jogos que por razões de mercado se tornaram restritos), e num contexto que o próprio CEO da Sony já declarou questionar "quem jogaria ainda Gran turismo antigo?". Seria bom ter números que balizassem essa afirmação, senão não passa de uma mera hipérbole mesmo, e mesmo assim pra fins retóricos o emprego do 'infinitamente' ainda seria um tanto estranho, creio eu.

Seu ponto de vista é quase que completamente calcado num "a Microsoft vai ter problemas com isso e aquilo". Mas oras, como você mesmo colocou, o Playstation vem de uma dupla hegemonia com ps1 e ps2, portanto tecnicamente falando foi o Xbox quem pegou uma grande fatia do mercado que até então era dominado pelo Playstation não? Desde o primeiro Xbox, a M$ tem 'problemas' (aqui prefiro usar a palavra desafios) a lidar, então não tem muito ou nada a perder, podendo se dar à liberdade de liderar uma vanguarda tecnológica.

Olhando por um outro prisma, caso a Sony venha a implementar uma retrocompatibilidade tecnicamente do mesmo nível do Xbox (algo no qual estou bem cético, mas dou sempre o benefício da dúvida), no fim das contas quem sairia "vencedora" da batalha de relações públicas é a Microsoft, já que conseguiria na prática provar o valor material e imaterial de uma retrocompatibilidade, recurso esse tratado com enorme desdenho em termos de relações públicas por parte de um dos CEOs da Sony lá atrás ao se referir ao Gran turismo.

A despeito das narrativas que se possam criar aqui e ali, no fim o vencedor de verdade é o jogador.
 
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IvanPFilho
#37
Hmmm O negócio avançou bastante desde que me manifestei. Mas então vou deixar mais claro: a retrocompatibilidade do Playstation é mais atraente do que a do Xbox. O Playstation 2 foi virtual monopolista na geração em que foi lançado. nenhum console dominou de forma tao ampla a base instalada desde então. Boa parte das franquias que hoje são mais conehcidas do publicos foram lançadas ou no PS1 ou no PS2. A Microsoft simplesment enão tem um portfolio de jogos tão diversificado, com uma base de consumidores tão grande que prestigiou esses jogos, e uma quantidade significativa de outros que cresceram ouvindo seus pais falarem do Ps1 ou do Ps2. Não tem como comparar essa base entre Sony e Microsoft.

A qualidade dos jogos ou seu valor intrínseco obviamente é subjetiva e não técnico, e isso não tem como mudar.

Mas o que não se pode fazer é ignorar o fato de que a Sony tem um histórico de venda de consoles muito maior que a Microsoft, e, por conta disso, um saudosismo muito maior da base de fãs (fora o fato de que, como console, possui muito mais repercussão e reflexo no mercado), para uma potencial retrocompatibilidade do que a MS. E aqui não é uma questao pessoal, subjetiva, ou valorativa, é objetiva e calcada nos números de cada plataforma e nos jogos disponíveis que não estão, e nunca estarão, disponíveis para a retrocompatibilidade da Microsoft

A MS já mostrou sua retrocompatibilidade. Ela pode ser melhorada, é claro, pode ser aprimorada, é claro, mas é a Sony que ainda tem o que mostrar nesse quesito, e tenho convicção de que, SE O FIZER (porque não sabemos ainda se realmente o fará) ela tem um POTENCIAL muito maior pra explorar do que a Microsoft. Se saberá fazer isso ,se conseguirá explorar e utilizar isso na forma esperada, são outros quinhentos.
Eu gostei da sua resposta. Aceito seu argumento pelos exclusivos, mas lembre que os retro não são apenas de exclusivos.
Então precisa bem mais que VONTADE para colocar os jogos de outras partners.

Alguns exclusivos antigos que tem nessa geração, foram refeitos e PAGOS pelos usuários na forma de REMASTER (quase uma patente da Sony). Os antigos GoW Collection (PS3), Infamous Collection (PS3), Final Fantasy (tb tem no Xbox agora), etc ... Esses jogos não tem pro PS4???

O que dá pra entender é que o PS4 passou a geração só jogando game novo. Nunca ligou para o legado, mas agora com a "possibilidade" de ter retro no PS5 (2020 talvez) tudo muda?

Isso seria uma contramão do que os CEO's da Sony disseram com o que fizeram.

Engraçado que o melhor jogo do PS4 é um jogo remaster do PS3 (TLoU) e a Sony nunca percebeu isso. (Talvez agora né?!)
 
Curtidas: brenicio
#38
Alguns exclusivos antigos que tem nessa geração, foram refeitos e PAGOS pelos usuários na forma de REMASTER (quase uma patente da Sony).
Se eu te disser que Sony e Microsoft tem quase o mesmo número de jogos exclusivos remasterizados, você vai ficar muito assustado?

O que dá pra entender é que o PS4 passou a geração só jogando game novo. Nunca ligou para o legado, mas agora com a "possibilidade" de ter retro no PS5 (2020 talvez) tudo muda?

Isso seria uma contramão do que os CEO's da Sony disseram com o que fizeram.
Ainda bem que pessoas e empresas podem mudar a opinião e o rumo das coisas quando quiserem, e aparentemente é isso que tá acontecendo. Simples assim, não tem mistério.

Uma palavra dita não é nada.
Se a Microsoft não tivesse mudado a opinião e o rumo das coisas no início da geração, pode ser que o Xbox One fosse hoje um dos piores consoles da história.

Engraçado que o melhor jogo do PS4 é um jogo remaster do PS3 (TLoU) e a Sony nunca percebeu isso. (Talvez agora né?!)
Definitivamente ele não é o melhor jogo de PS4.
 
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IvanPFilho
#39
Se eu te disser que Sony e Microsoft tem quase o mesmo número de jogos exclusivos remasterizados, você vai ficar muito assustado?
Nenhum pouco, pq nós costumamos nos informar, e como estamos falando de PS4 e Xbox One, é uma afirmação que PS4 remasteriza mais que Xbox One.

Uma palavra dita não é nada.
Uma palavra dita por mim, como player, não é nada. Mas a palavra de um representante, além de carregar a responsabilidade de falar pelo que representa é de total importância. Principalmente se você tem pessoas que acreditam nelas.

O fato de voltar atrás não é errado, como você mesmo citou, se não fosse isso o Xbox One seria um fracasso. O problema é desdenhar / cuspir ANTES e comer no mesmo prato DEPOIS. ;) Isso a MS não fez.

Definitivamente ele não é o melhor jogo de PS4.
Bom, gosto não se discute.
Eu me baseei no jogo do PS4 que tem a melhor nota no metacritc. "Melhor jogo" é pessoal realmente, então, vou corrigir:
A melhor nota do metacrític de um jogo do PS4, é um jogo do PS3 remasterizado.
Agora tá certo.

Então, já tá bem off-topic isso aqui. Deixa anunciar o PS5, pra ver SE vem retrocompatibilidade, pra ver SE eles vão dar rollback no que falaram, pra ver SE eles vão lançar os jogos do PS1, PS2, PS3 e PS4 tudo retro e disponível, como estão esperando aí. Nem anunciou nada e nego já quer que seja melhor do que existe. Hehehehe
 
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Caddelin2
#40
Sim, é um monte de SE ainda. Estamos trabalhando com ideias de potenciais e com base em rumores do que pode vir a acontecer. Mas lembrem-se que havia os mesmos rumores na época do lançamento do Xbox One, e depois veio a se concretizar. Também havia rumores da Sony fazendo streaming, e esse serviço nunca foi ofertado aqui no Brasil. Então tem uma série de "senão" e "porém". Tem que ver SE será implementado, COMO será, QUANTO custará, O QUE estará incluído, QUEM poderá usufruir, POR QUANTO tempo os jogos ficarão disponíves, SE dará para aproveitar os jogos físicos ou digitais que a pessoa tenha dos consoles anteriores. Enfim, muita água para rolar debaixo da ponte ainda.
 
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